Sobre nós

Conforto no coração da Cidade.

Uma casa de Partilha.

Viajar para destinos maravilhosos deve, sem exceção, trazer sempre lembranças positivas. Viajar é como fazer uma tatuagem, é algo que dura a vida toda, faz parte de nós.

Como tal, é essencial que todas as memórias gravadas na nossa mente nos deixem com um sorriso de orelha a orelha.

As pessoas são importantes, assim como viajar, ao viajar, estamos a criar experiências de vida. Os lugares que visitamos permanecem nas nossas memórias, mas as pessoas e amigos que fazemos e com quem compartilhamos essas viagens permanecerão nos nossos corações.

O que queremos é que aqueles que nos visitam sintam, no mínimo, que estão em casa longe de casa.

A Casa

A Porta Azul é uma casa típica da burguesia portuense do século XIX e que se distingue pelas paredes severas de pedra revestidas de azulejos de padrão relevado, onde a cor e o brilho dos reflexos do sol no vidrado dos mesmos combinam de forma feliz com o tom escuro e sombrio do granito. Este tipo de casa começou a ser edificada por portugueses retornados do Brasil, após a independência daquele país em 1822, que chegaram dispostos a investir as suas fortunas para se afirmarem socialmente como parte da elite burguesa.

No interior confortável, de luxo inteligente e sóbrio, destacam-se os tectos estucados, os vitrais aprimorados, a disposição apalaçada das divisões e a escadaria central iluminada por uma magnífica clarabóia.

O Jardim

A Porta Azul tem um magnifico Jardim, com bar de apoio, esplanada, espetacular exposição solar e ideal para momentos relaxantes e prazenteiros. É uma das nossas salas de estar. Homenageamos no poema em baixo as árvores carregadas de lindas Camélias. No interior confortável, de luxo inteligente e sóbrio, destacam-se os tectos estucados, os vitrais aprimorados, a disposição apalaçada das divisões e a escadaria central iluminada por uma magnífica clarabóia.

Árvores

António Ramos Rosa

Árvores
O que tentam dizer as árvores
no seu silêncio lento e nos seus vagos rumores,
o sentido que têm no lugar onde estão,
a reverência, a ressonância, a transparência
e os acentos claros e sombrios de uma frase aérea.
E as sombras e as folhas são a inocência de uma ideia
que entre a água e o espaço se tornou uma leve
integridade.
Sob o mágico sopro da luz são barcos transparentes.
Não sei se é o ar se é o sangue que brota dos seus ramos.
Ouço a espuma finíssima das suas gargantas verdes.
Não estou, nunca estarei longe desta água pura
e destas lâmpadas antigas de obscuras ilhas.
Que pura serenidade da memória, que horizontes
em torno do poço silencioso! É um canto num sono
e o vento e a luz são o hálito de uma criança
que sobre um ramo de árvore abraça o mundo.

Uma casa de Partilha.

Queremos é que aqueles que nos visitam sintam, no mínimo, que estão em casa longe de casa.